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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

As Formas-Pensamento e Arquétipos

Tudo o que pensamos e sentimos movimenta energias de padrões vibratórios diversos. Se repetirmos diversas vezes um mesmo pensamento ou uma mesma emoção, reunimos uma grande quantidade de energia com o padrão vibratório do que foi pensado, seja ele alto (bom) ou baixo (ruim). Estas são as formas-pensamento, ou seja, as formas moldadas com o pensamento.
Entre as formas-pensamento, temos formatos conhecidos, como escorpiões e aranhas, e disformes, como monstruosidades retiradas de mentes doentes ou tomadas por demais pelas Gunas Tamásica e Rajásica.
Dependendo da natureza e da intensidade do pensamento ou da emoção, podemos criar formas-pensamento que agem como autômatos e, inclusive, que podem utilizar-se de nossa própria inteligência. Estes arquétipos (formas-pensamento que utilizam-se de nossa própria inteligência) podem nos induzir a continuar incorrendo nos pensamentos ou emoções que os originaram, como forma de manutenção de suas existências.


Os vícios fortes (álcool, drogas, cigarro), por exemplo, têm seus arquétipos característicos que tornam a vida do indivíduo "insuportável" sem a manutenção do prazer oriundo do vício.


Para acabar com um arquétipo ou com uma forma-pensamento, basta não "alimentá-los", ou seja, impedir que se manifestem os pensamentos e emoções que os originaram. Para um vício qualquer, três meses deve ser suficiente. Para fortes vícios, talvez leve até encarnações. Mas existem também pessoas com força de vontade suficiente para acabar com seus arquétipos de forma menos brusca, reduzindo a incidência de um vício até que o desejo desapareça por completo. O melhor método é uma escolha pessoal.


Exercícios por Aldomon

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